Passagens mais caras e voos limitados: a nova realidade dos viajantes no RS

Com o fechamento do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, devido às enchentes de maio, as viagens aéreas no Rio Grande do Sul foram severamente afetadas.

Antes do fechamento, o aeroporto realizava em média 142 voos diários. Agora, apenas 134 voos semanais estão sendo operados em todo o estado de forma emergencial.

Dez pistas foram autorizadas a receber voos remanejados, incluindo a Base Aérea de Canoas e aeródromos em cidades como Caxias do Sul, Pelotas e Santa Maria.

O fechamento do aeroporto resultou em passagens aéreas mais caras e a necessidade de combinar trajetos aéreos com viagens terrestres, o que aumentou o tempo e os custos das viagens. A apuração foi feita pelo “g1 RS“.

A Base Aérea de Canoas opera cinco voos diários, com previsão de aumentar para sete, mas a demanda elevada e a oferta limitada elevam os preços.

Companhias como Gol e Azul destacam que fatores como a alta do dólar, o preço do combustível e a menor frequência de voos influenciam nos valores das passagens.

Passageiros enfrentam desafios para ajustar seus planos de viagem, com alguns recorrendo a aeroportos em Santa Catarina ou optando por trajetos mais longos e caros.

A situação deve melhorar com a reabertura do Salgado Filho, prevista para dezembro.

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