Trensurb conta com nova estação de tratamento de efluentes

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Foto: Patrick Bragé/Trensurb
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Com o objetivo de melhorar a qualidade da água após utilização na lavagem de peças dos trens para posterior reaproveitamento ou lançamento, a Trensurb construiu uma estação de tratamento de efluentes (ETE), concluída em dezembro. A ETE conta com um sistema que, através de processos físicos, químicos ou biológicos, remove da água as cargas de poluentes resultantes da lavagem das peças e truques dos trens, devolvendo o efluente tratado, em conformidade com os padrões exigidos pela legislação ambiental. O contrato de construção da estação de tratamento incluiu também a cobertura da área de lavagem de peças dos trens, com intuito de impedir o acúmulo da água da chuva no local, evitando custos adicionais no processo de tratamento. O valor total investido foi de R$ 342,7 mil.

Antes da ETE operar plenamente, estão sendo realizados testes de eficiência que consistem em análise de diversos parâmetros, como as características do efluente de entrada, a vazão de entrada do efluente, o tempo de detenção no decantador primário e secundário, a concentração do Iodo ativado, o tempo de secagem do Iodo no leito, entre outros – além de regulagens e ajustes diversos. “Diariamente estamos realizando testes, ajustes e incrementos em nossa ETE, pois qualitativamente nosso efluente sofre muitas variações conforme demanda das lavagens, e assim vamos ajustando”, relata o engenheiro ambiental Guilherme Campos, chefe do Setor de Responsabilidade Ambiental da Trensurb. Ele avalia, no entanto, que os resultados já têm sido muito expressivos e bastante satisfatórios, com a retirada de praticamente toda a carga de poluentes. A previsão para a conclusão dessa fase de testagem é de até dois meses.

Conforme Campos, “o sistema de tratamento é de extrema importância para a empresa, nos coloca em outro patamar, pois proporciona um desenvolvimento social, coletivo e sustentável”. Ele reforça ainda o comprometimento da equipe da Trensurb, indo além do planejado, “proporcionando o reúso da água residual tratada, gerando uma economia de recursos naturais e, consequentemente, financeiros”.

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