Governo Federal conclui duplicação do Contorno de Pelotas

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Pelotas Obras
BR-392 - Viaduto da Via Férrea (Foto: Nei Borges)
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O Ministério da Infraestrutura e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) entregaram nesta sexta-feira (8/4), as obras de duplicação do Contorno de Pelotas totalmente concluídas. O segmento de 23,69 quilômetros contempla trechos da BR-116 e da BR-392 localizados na região sul do Rio Grande do Sul, sendo o principal caminho para o escoamento de grãos e cargas da região, além de importante ligação ao Porto do Rio Grande e Porto Alegre.

A concepção da duplicação mudou significativamente o cenário do entorno da cidade desde a ponte sobre o Arroio Pelotas, no quilômetro 511,89 da BR-116, até a ponte sobre o Canal São Gonçalo, no quilômetro 60,7 da BR-392. A adequação de capacidade e melhorias operacionais das duas rodovias passam a proporcionar mais tranquilidade às comunidades lindeiras e conforto aos usuários. Além de uma nova pista de rolamento, foram construídas ruas laterais, três pontes e 11 viadutos que permitem que o tráfego de veículos flua de forma mais segura em uma região que apresenta características urbanas.

Com aproximadamente R$ 690 milhões de investimentos do orçamento da União, a obra foi dividida em dois lotes. O primeiro, de 11 quilômetros, foi concluído pelo DNIT em 2018, enquanto o segundo lote, que totaliza 12,7 quilômetros, foi entregue hoje, com a liberação oficial do trânsito na trincheira – uma das obras de arte mais expressivas do trecho e que fica na intersecção da BR-116 com a Avenida Cidade de Lisboa.

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A duplicação do Contorno de Pelotas foi acompanhada por uma equipe de Gestão e Supervisão Ambiental para informar e mediar o relacionamento com a comunidade.

Importância

As obras de duplicação, ampliação e melhoramentos do complexo viário urbano no município de Pelotas, que englobam a BR-116 e a BR-392, estão inseridas em um contexto bem maior, o eixo rodoviário Porto Alegre – Rio Grande. A cidade de Pelotas caracteriza-se pela forte vocação agroindustrial e comercial, sendo ponto de confluência de quatro rodovias federais. Parte do desenvolvimento econômico do Estado passa pela duplicação destas rodovias, onde transita a parcela mais significativa da produção gaúcha, cujo destino é o mercado externo, especialmente a safra agrícola, exportada pelo porto marítimo de Rio Grande.

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