Trensurb e sindicatos firmam novos acordos coletivos de trabalho

Ao longo do dia, a direção da estatal recebeu, para assinatura dos acordos, membros das cinco entidades representativas dos empregados: Sindimetrô-RS, Sintec-RS, Sindaergs, Senge-RS e Saergs

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Foto: Gabrielli Zanfran/Trensurb
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Na terça-feira, dia 28 de setembro de 2021, foram firmados os novos acordos coletivos de trabalho entre a Trensurb e os sindicatos que representam as categorias dos trabalhadores que atuam na empresa. Ao longo do dia, a direção da estatal recebeu, para assinatura dos acordos, membros das cinco entidades representativas:

  • Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários e Conexas do Estado do Rio Grande do Sul (Sindimetrô-RS)
  • Sindicato dos Técnicos Industriais de Nível Médio do Rio Grande do Sul (Sintec-RS)
  • Sindicato dos Administradores no Estado do Rio Grande do Sul (Sindaergs)
  • Sindicato dos Engenheiros do Rio Grande do Sul (Senge-RS)
  • Sindicato dos Arquitetos no Estado do Rio Grande do Sul (Saergs)

Os termos dos novos acordos preveem reajuste salarial de 100% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de maio de 2021 a abril de 2022, a ser pago em maio de 2022, além de um abono único de R$ 1 mil concedido a cada empregado em julho de 2022. Também foram renovados os acordos de escalas com o Sindimetrô-RS e o Sintec-RS. A validade dos novos acordos é de 1º de maio de 2021 até 30 de abril de 2023.

“A assinatura desses acordos coletivos marca um momento de encontro da empresa com seus empregados e, acima de tudo, caracteriza o modo como vamos trabalhar nos próximos dois anos”, afirma o diretor-presidente Pedro Bisch Neto. “O ambiente foi de um debate bastante construtivo, respeitoso e nós esperamos que isso seja bom para a produtividade na empresa, para o bem-estar dos empregados e, acima de tudo, para que a empresa consiga prestar serviços de forma cada vez melhor”, completa o diretor-presidente.

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Diretor de Administração e Finanças da Trensurb, Geraldo Luís Felippe coordenou o processo de negociação com os sindicatos. Segundo ele, “as categorias entenderam as dificuldades que a empresa e o governo como um todo estão enfrentando nesta situação de pandemia”.

Mesmo assim, conforme Felippe, “conseguimos, tivemos ganhos e levamos a discussão de novos acordos para somente daqui a dois anos”. O diretor avalia que “se atendeu o que foi possível em relação ao que as categorias solicitaram”, destacando, nesse sentido, a manutenção do acordo de escalas.

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