Empresa Pública de Transporte e Circulação registra menos acidentes em fevereiro

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Via de Porto Alegre
Foto: Anselmo Cunha/Prefeitura de Porto Alegre
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O mês de fevereiro terminou com 677 acidentes de trânsito na capital gaúcha, uma redução de 17% com relação a janeiro deste ano, onde foram contabilizados 816. Em comparação ao mesmo período do ano passado, onde foram registrados 945 acidentes, a redução foi ainda maior: 28%.

Segundo dados da Empresa Pública de Transporte e Circulação, 239 pessoas ficaram feridas em fevereiro – cinco delas resultaram em óbitos. Já no mesmo período de 2020, foram 341 feridos e oito mortos.

Os dados ainda revelam que 19% dos acidentes com vítimas fatais ocorreram nas sextas-feiras durante a madrugada e, em 80% dos casos, as vítimas são homens, de 18 a 35 anos.

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Com o objetivo de reduzir ainda mais o número de acidentes em Porto Alegre, mesmo na pandemia, a Empresa Pública de Transporte e Circulação segue com as ações de fiscalização, orientação e a presença ostensiva nas ruas para coibir os excessos e minimizar os riscos de acidentes. O diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação, Paulo Ramires, alerta para as principais causas de acidentes graves.

“O excesso de velocidade é o que mais mata no trânsito, mas os flagrantes de abuso vão muito além. Por isso é importante mantermos as ações de fiscalização também neste período de restrição, assim como o trabalho de conscientização. O nosso objetivo é diminuir cada dia mais as imprudências e acidentes“, conclui Paulo Ramires.

Vida no Trânsito

Porto Alegre integra o Programa Vida no Trânsito, coordenado pelo Ministério da Saúde, e desde 2012 faz a análise de todos os acidentes fatais, com o objetivo de identificar os fatores e condutas de risco que resultaram em acidentes com mortes. As causas de acidentes de trânsito decorrem, na sua maioria, de ações comportamentais dos usuários das vias (condutores e pedestres).

A partir da identificação desses fatores e condutas de risco, como subsídio para as áreas de educação, planejamento e fiscalização, as ações são direcionadas para a prevenção de novos acidentes.

Como resultado dessa metodologia, Porto Alegre, que tem uma das menores taxas de mortalidade no trânsito entre as capitais brasileiras, antecipou em dois anos a redução de 50% na projeção do número de mortes estabelecida pela Organização das Nações Unidas para a Década de Ação no Trânsito (2011 – 2020), que era de, no máximo, 76 mortes para 2020 em Porto Alegre. Já em 2020, este índice foi ainda menor, com 64 mortes, enquanto em 1998, no ano de criação da Empresa Pública de Transporte e Circulação, 199 pessoas perderam a vida no trânsito.

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